A cidade de Buenos Aires na Argentina será a anfitreã do III Congresso Iberoamericano de Animação Sociocultural - "ENFOQUES, PRACTICAS Y PERSPECTIVAS EN ANIMACION SOCIOCULTURAL. Recreación, pedagogía social, educación popular, educación no formal" - que se realizará entre os dias 7 e 10 de Outubro de 2010. Esta iniciativa é organizada pela Rede Iberoamericana de Animação Sociocultural - Nodo RIA Argentina, com o objectivo de aprofundar aspectos conceptuais, metodológicos e organizativos das práticas de Animação Sociocultural.
Os interessados em apresentar uma comunicação ou poster no congresso deverão remeter ao comité organizativo até finais do mês de Maio um resumo da comunicação/ poster. Para obter mais informações, clique aqui.
O primeiro blog de animação sociocultural na Região Autónoma da Madeira
segunda-feira, 1 de março de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Solidariedade
As palavras nunca traduziram o rasto de destruição, a perda de vidas humanas e bens materiais, resultado da catástrofe natural que se abateu sobre a Ilha da Madeira que impiedosamente roubou aos nossos concidadãos. Mais do que palavras, apenas quero expressar a minha solidariedade e as condulências às famílias que perderam os seus entes queridos.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Novas associações de Animadores. Necessidade ou oportunidade?
Assistimos ao desabrochar de uma linha de pensamento que procura materializar um debate há muito necessário entre os agentes da Animação Sociocultural. As diferentes estruturas satélite da APDASC, leia-se, delegações regionais, estão envolvidas nesta nova dinâmica que esperamos que seja o início de um processo de debate construtivo, mas mais importante, um espaço congregador de esforços para que se produza um documento instrutório que legitime publicamente e junto dos organismos competentes as reais preocupações dos Animadores Socioculturais.
É com optimismo que encaramos o futuro da Animação Sociocultural e a sua interdependência teórico-prática com um conjunto de outros temas sociais e culturais que continuarão a definir a linha de reflexão que se impõe aos Animadores no contexto da sua acção com as populações nos territórios locais.
O aparecimento de novos organismos associativos cujo objecto social reflicta o estudo da Animação Sociocultural e a legítima defesa e promoção dos interesses colectivos dos Animadores, é para nós, um sinal claro de pluralidade da democracia e de afirmação das especificidades da profissão do Animador Sociocultural que no seu percurso profissional precisa de adaptar metodologias de trabalho às diferentes realidades e especificidades regionais e locais.
Hoje vivemos confrontados com a necessidade sentida pelos Animadores em obterem respostas concretas perante cenários específicos que lhes são apresentados no seu quotidiano. Pensamos que o surgimento de outras estruturas associativas são favoráveis para um outro olhar e sentido de intervenção com os Animadores sobre matérias exclusivas da Animação Sociocultural. O aparecimento de novas associações de Animação não devem ser percepcionadas como uma ameaça à unidade dos Animadores, no sentido de dispersar possíveis associados, antes, devem ser vistas como parceiras privilegiadas num trabalho de campo tão necessário como urgente.
Continuamos a defender que a comunhão está na diversidade, uma comunhão que deve ser feita à luz dos princípios democráticos e do respeito pelo trabalho que cada instituição associativa é capaz de realizar em benefício do bem comum.
É com optimismo que encaramos o futuro da Animação Sociocultural e a sua interdependência teórico-prática com um conjunto de outros temas sociais e culturais que continuarão a definir a linha de reflexão que se impõe aos Animadores no contexto da sua acção com as populações nos territórios locais.
O aparecimento de novos organismos associativos cujo objecto social reflicta o estudo da Animação Sociocultural e a legítima defesa e promoção dos interesses colectivos dos Animadores, é para nós, um sinal claro de pluralidade da democracia e de afirmação das especificidades da profissão do Animador Sociocultural que no seu percurso profissional precisa de adaptar metodologias de trabalho às diferentes realidades e especificidades regionais e locais.
Hoje vivemos confrontados com a necessidade sentida pelos Animadores em obterem respostas concretas perante cenários específicos que lhes são apresentados no seu quotidiano. Pensamos que o surgimento de outras estruturas associativas são favoráveis para um outro olhar e sentido de intervenção com os Animadores sobre matérias exclusivas da Animação Sociocultural. O aparecimento de novas associações de Animação não devem ser percepcionadas como uma ameaça à unidade dos Animadores, no sentido de dispersar possíveis associados, antes, devem ser vistas como parceiras privilegiadas num trabalho de campo tão necessário como urgente.
Continuamos a defender que a comunhão está na diversidade, uma comunhão que deve ser feita à luz dos princípios democráticos e do respeito pelo trabalho que cada instituição associativa é capaz de realizar em benefício do bem comum.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
3º Aniversário
O Animação Sociocultural e Insularidade comemora mais um ano de actividade na blogesfera. Um momento oportuno para reconhecer e agradecer o contributo que muitos leitores, entre eles, muitos Animadores deram através dos seus comentários e sugestões que alimentaram a discussão das ideias que procurei que fossem o espelho de uma preocupação permanente no que respeita à Animação Sociocultural e aos Animadores.
Foi de forma consciente e procurando realizar uma leitura crítica e de exercício da cidadania, que os temas discutidos/reflectidos não se cingiram na integra ao objecto deste blog - a Animação Sociocultural e aos seus agentes - a discussão temática foi abrangente mas sempre que possível e se justificasse, envolver a dimensão conceptual da Animação enquanto prática social transformadora de realidades socioculturais, associativas e educativas.
Continuarei a reflectir a Animação Sociocultural de forma integra, defendendo sempre os princípios e os valores que estão associados à mudança social. Procurarei fazer deste espaço virtual, o "exercício teórico" das minhas práticas de Animação Sociocultural no território insular.
Foi de forma consciente e procurando realizar uma leitura crítica e de exercício da cidadania, que os temas discutidos/reflectidos não se cingiram na integra ao objecto deste blog - a Animação Sociocultural e aos seus agentes - a discussão temática foi abrangente mas sempre que possível e se justificasse, envolver a dimensão conceptual da Animação enquanto prática social transformadora de realidades socioculturais, associativas e educativas.
Continuarei a reflectir a Animação Sociocultural de forma integra, defendendo sempre os princípios e os valores que estão associados à mudança social. Procurarei fazer deste espaço virtual, o "exercício teórico" das minhas práticas de Animação Sociocultural no território insular.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Debate "Estatuto dos/as Animadores/as Socioculturais"
A Delegação Regional da Madeira da APDASC à semelhança da Direcção Nacional organizará o ciclo de debates sobre "A Profissão e Profissionalização dos Animadores Socioculturais".
O primeiro debate deste ciclo de encontros temáticos terá como tema central o "Estatuto dos/as Animadores/as Socioculturais", agendado para o dia 20 de Março (Sábado), pelas 18h, na FNAC Madeira. O convidado para esta conferência/debate é o Prof. Doutor Avelino Bento, coordenador da licenciatura em Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação de Portalegre.
O primeiro debate deste ciclo de encontros temáticos terá como tema central o "Estatuto dos/as Animadores/as Socioculturais", agendado para o dia 20 de Março (Sábado), pelas 18h, na FNAC Madeira. O convidado para esta conferência/debate é o Prof. Doutor Avelino Bento, coordenador da licenciatura em Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação de Portalegre.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
(Des)investimento Cultural... Era uma vez o tempo de vacas gordas
O investimento público na cultura continua a padecer de uma política séria, de um programa de desenvolvimento sociocultural com objectivos políticos definidos, um investimento, que a meu ver, passa por um plano de acções concretizáveis e discutidas com os agentes culturais e educativos, e não uma agenda de intenções que nunca passarão de ideias soltas e talvez acabarão num qualquer programa político-partidário.
Face à actual crise socioeconómica que vivemos, uma crise com profundas repercussões no tecido social, que continua a arrastar, quotidianamente, centenas de pessoas para o limiar da pobreza, compreendo e aceito que o fraco ou quase nulo investimento cultural que estamos a assistir de uma forma flagrante e prejudicial para o trabalho que muitas instituições, nomeadamente, as colectividades culturais vinham realizando com os diferentes grupos populacionais, seja uma discriminação positiva para a área das políticas sociais.
Não posso deixar de manifestar sérias reservas quando somos confrontados com um desinvestimento político consciente em matéria de políticas culturais. Esta acção não só é nociva para a acção cultural desenvolvida em sectores de proximidade da vida comunitária, mas também, para as políticas e práticas de Animação Sociocultural no contexto da intervenção local. A Animação Sociocultural também sai profundamente lesada do ponto de vista de projectos e actividades de educação para a cultura, enfim, é um contributo negativo para a pedagogia cultural.
Há que tirar as devidas ilações deste novo panorama económico para a cultura. Apraz-me dizer, que falharam os critérios de apoio aos projectos culturais, falharam as políticas de acção cultural sustentadas nas realidades locais e comprometidas com o território cultural, os órgãos executivos governamentais não tiveram a coragem de seriar o investimento para uma verdadeira política de desenvolvimento e Animação Sociocultural.
Face à actual crise socioeconómica que vivemos, uma crise com profundas repercussões no tecido social, que continua a arrastar, quotidianamente, centenas de pessoas para o limiar da pobreza, compreendo e aceito que o fraco ou quase nulo investimento cultural que estamos a assistir de uma forma flagrante e prejudicial para o trabalho que muitas instituições, nomeadamente, as colectividades culturais vinham realizando com os diferentes grupos populacionais, seja uma discriminação positiva para a área das políticas sociais.
Não posso deixar de manifestar sérias reservas quando somos confrontados com um desinvestimento político consciente em matéria de políticas culturais. Esta acção não só é nociva para a acção cultural desenvolvida em sectores de proximidade da vida comunitária, mas também, para as políticas e práticas de Animação Sociocultural no contexto da intervenção local. A Animação Sociocultural também sai profundamente lesada do ponto de vista de projectos e actividades de educação para a cultura, enfim, é um contributo negativo para a pedagogia cultural.
Há que tirar as devidas ilações deste novo panorama económico para a cultura. Apraz-me dizer, que falharam os critérios de apoio aos projectos culturais, falharam as políticas de acção cultural sustentadas nas realidades locais e comprometidas com o território cultural, os órgãos executivos governamentais não tiveram a coragem de seriar o investimento para uma verdadeira política de desenvolvimento e Animação Sociocultural.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Regulamentação da carreira do Animador. Um caso ibérico
A regulamentação da carreira do Animador Sociocultural, matéria que tem alimentado debates, reflexões e vários escritos, é um tema central e transversal a um conjunto de preocupações que têm que ser contextualizadas na acção associativa e nas práticas profissionais dos Animadores Socioculturais. É matéria que ultrapassa as fronteiras do território português e da língua de Camões.
Foi com surpresa que tomei conhecimento do Manifiesto por la regulación de la animación sociocultural en el ambito formal y no formal. El TASOC y su Perfil profesional da autoria da RED ESPAÑOLA DE TECNICOS SUPERIORES EN ANIMACION SOCIOCULTURAL (TASOC) Y TECNICOS SUPERIORES EN INTEGRACION SOCIAL (TISOC). Este é um documento que subscrevo por solidariedade com os colegas espanhóis, porque entendo que a regulamentação do Estatuto do Animador Sociocultural, ao qual está associado matérias como a carreira, o perfil profissional e o código deontológico é necessária e urgente face às novas políticas de formação e emprego.
O objecto central do manifesto da TASOC e da TISOC alude para a criação de legislação que defina claramente os requisitos legais para o acesso ao exercício da profissão de Animador Sociocultural, descriminando de forma clara e objectiva, o nível das habilitações académicas necessárias para exercer tais funções. Esta realidade é semelhante há vivida pelos Animadores Socioculturais em Portugal.
O "manifiesto" espanhol é para mim, um sinal claro de que os argumentos que se têm esgrimido ao longo dos anos, no sentido de desvalorizar ou até desacreditar a necessidade do Estatuto do Animador Sociocultural merece uma acção mais vincada junto das instituições com responsabilidades políticas e legislativas sobre matéria laboral. É evidente que as realidades sociolaborais dos Animadores portugueses e espanhóis são diferentes no conteúdo e na forma, mas no plano genérico poder-se-á trocar ideias sobre uma matéria que começa a ganhar contornos proeminentes no território ibérico.
Foi com surpresa que tomei conhecimento do Manifiesto por la regulación de la animación sociocultural en el ambito formal y no formal. El TASOC y su Perfil profesional da autoria da RED ESPAÑOLA DE TECNICOS SUPERIORES EN ANIMACION SOCIOCULTURAL (TASOC) Y TECNICOS SUPERIORES EN INTEGRACION SOCIAL (TISOC). Este é um documento que subscrevo por solidariedade com os colegas espanhóis, porque entendo que a regulamentação do Estatuto do Animador Sociocultural, ao qual está associado matérias como a carreira, o perfil profissional e o código deontológico é necessária e urgente face às novas políticas de formação e emprego.
O objecto central do manifesto da TASOC e da TISOC alude para a criação de legislação que defina claramente os requisitos legais para o acesso ao exercício da profissão de Animador Sociocultural, descriminando de forma clara e objectiva, o nível das habilitações académicas necessárias para exercer tais funções. Esta realidade é semelhante há vivida pelos Animadores Socioculturais em Portugal.
O "manifiesto" espanhol é para mim, um sinal claro de que os argumentos que se têm esgrimido ao longo dos anos, no sentido de desvalorizar ou até desacreditar a necessidade do Estatuto do Animador Sociocultural merece uma acção mais vincada junto das instituições com responsabilidades políticas e legislativas sobre matéria laboral. É evidente que as realidades sociolaborais dos Animadores portugueses e espanhóis são diferentes no conteúdo e na forma, mas no plano genérico poder-se-á trocar ideias sobre uma matéria que começa a ganhar contornos proeminentes no território ibérico.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Revista Quaderns d' Animació
Está disponível o novo número da Revista Quaderns d' Animació i Educació Social editada pelo Prof. Mario Viché. Este periódico conta já com dez números publicados, todos eles disponíveis para consulta.
O presente número, para além do contributos habituais, conta com uma secção de divulgação bibliográfica e de recursos on-line para Animadores e Educadores.
O presente número, para além do contributos habituais, conta com uma secção de divulgação bibliográfica e de recursos on-line para Animadores e Educadores.
domingo, 10 de janeiro de 2010
A militância como base estrutural
As experiências das minhas militâncias em alguns projectos associativos, em especial e com maior significado, em projectos que são de afirmação de uma identidade socioprofissional e de conjugação de esforços pela dignificação da profissão do Animador Sociocultural, Educativo, Social, Turístico, entre muitas outras denominações de uma prática comum, a Animação, tem contribuido para o somatório de uma certeza, entre muitas: há ausência de uma militância genuína e empenhada que contribua para a consolidação de posições colectivas em favor de um projecto que seja capaz de ser fortalecido a longo prazo.
É com nostalgia que recordo uma geração de Animadores que pelos contributos que legaram às novas gerações, são para mim, um sinal evidente de que acreditavam na militância a favor de uma causa maior, deixando a sua marca na história da Animação Sociocultural em Portugal. Sinto que falta a muitos dos Animadores de hoje esse espírito de voluntariado e de acreditar em valores que extravasam o limite da sua acção individual, mas que faz sentido quando ela se une à acção colectiva. Defendo uma militância pela e com a Animação Sociocultural, pela afirmação dos seus actores. Só seremos capazes de navegar até bom porto se a nossa militância fizer sentido com o colectivo, se formos capazes de mobilizar as diferentes vontades e opiniões para um projecto de defesa dos legítimos interesses da classe profissional dos Animadores Socioculturais.
Continuo a defender que a prática da Animação Sociocultural deve ser excercida pelos Animadores com formação académica específica, não excluindo de um possível documento orientador da profissionalização dos Animadores, aqueles que pela sua experiência e séria militância em defesa de temas centrais associadas à profissão e ao Estatuto merecem ser ouvidos.
Os tempos que vivemos não são muito diferentes de uma década atrás, pelo contrário, eles são da mais profunda e necessária militância. Precisamos de continuar a acreditar em utopias que um dia, tenho a certeza, serão realidade para desgosto de vontades contrárias que insistem em alimentar o pessimismo e a derrota por antecipação.
É com nostalgia que recordo uma geração de Animadores que pelos contributos que legaram às novas gerações, são para mim, um sinal evidente de que acreditavam na militância a favor de uma causa maior, deixando a sua marca na história da Animação Sociocultural em Portugal. Sinto que falta a muitos dos Animadores de hoje esse espírito de voluntariado e de acreditar em valores que extravasam o limite da sua acção individual, mas que faz sentido quando ela se une à acção colectiva. Defendo uma militância pela e com a Animação Sociocultural, pela afirmação dos seus actores. Só seremos capazes de navegar até bom porto se a nossa militância fizer sentido com o colectivo, se formos capazes de mobilizar as diferentes vontades e opiniões para um projecto de defesa dos legítimos interesses da classe profissional dos Animadores Socioculturais.
Continuo a defender que a prática da Animação Sociocultural deve ser excercida pelos Animadores com formação académica específica, não excluindo de um possível documento orientador da profissionalização dos Animadores, aqueles que pela sua experiência e séria militância em defesa de temas centrais associadas à profissão e ao Estatuto merecem ser ouvidos.
Os tempos que vivemos não são muito diferentes de uma década atrás, pelo contrário, eles são da mais profunda e necessária militância. Precisamos de continuar a acreditar em utopias que um dia, tenho a certeza, serão realidade para desgosto de vontades contrárias que insistem em alimentar o pessimismo e a derrota por antecipação.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Novos desafios
A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o ano 2010, Ano Internacional da Biodiversidade. A Comissão Europeia declarou-o Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, e a Organização das Nações Unidas proclamou o Ano Internacional da Juventude, com efeito a partir de 12 de Agosto de 2010. Estes desafios são de uma magnitude de acção e visão globais excepcionais. Há uma interligação deveras importante que deve ser realçada e trabalhada em cooperação.
O Ano Internacional da Biodiversidade deve ser fecundamente aproveitado pelos Estados Membros para o desenvolvimento de um processo sério e cooperante no domínio da conscientização das comunidades humanas para a importância da biodiversidade. Esta é um Património da Humanidade de valor inigualável. A biodiversidade é a fonte da vida e como tal, mais do que decisões políticas é fundamental um programa de dimensão pedagógica e transformador, com um plano de execução ao níveis local, regional e nacional.
O Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social tem que ser o epicentro da agenda política e um labor central do trabalho no terreno das instituições com responsabilidades em matéria do social. O combate à exclusão social, e consequentemente, da pobreza é uma tarefa de todos; é de uma actualidade e de urgência capital na tentativa de contribuir solidariamente para o bem comum. O humanismo constrói-se na dádiva por uma causa e na conscientização dos problemas reais das pessoas. Nós cidadãos não podemos ignorar estes flagelos sociais, é nossa responsabilidade assumir uma postura activa, cooperante e solidária. Parece-me fazer todo o sentido falar e agir na dimensão da Animação para o bem comum.
O Ano Internacional da Juventude sob o tema "Diálogo e Entendimento Mútuo" tem como objectivo a promoção do diálogo e do entendimento mútuo que passa pelo respeito dos direitos humanos, das liberdades e pela solidariedade, e não menos importante, pelos ideiais da paz. As acções a desenvolver procurarão impulsionar a participação plena e efectiva dos jovens em todos os aspectos da sociedade. Este será um ano rico em ideais, mas o mais importante estará ao nível das instituições democráticas e dos poderes políticos, no sentido de assumirem com a firmeza necessária a conjugação no plano supra partidário um projecto de compromissos e contribuirem com vigor para a materialização dos ideais e objectivos comuns que os povos partilharão ao longo do ano 2010.
O ano que agora começa também estará calendarizado por outros desafios, a uma escala muito inferior, mas não menos necessária e importante para muitos de nós. Estou esperançado num ano repleto de actividades mobilizadoras de vontades e mais importante, de liberdade e solidariedade para construirmos projectos alternativos.
O Ano Internacional da Biodiversidade deve ser fecundamente aproveitado pelos Estados Membros para o desenvolvimento de um processo sério e cooperante no domínio da conscientização das comunidades humanas para a importância da biodiversidade. Esta é um Património da Humanidade de valor inigualável. A biodiversidade é a fonte da vida e como tal, mais do que decisões políticas é fundamental um programa de dimensão pedagógica e transformador, com um plano de execução ao níveis local, regional e nacional.
O Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social tem que ser o epicentro da agenda política e um labor central do trabalho no terreno das instituições com responsabilidades em matéria do social. O combate à exclusão social, e consequentemente, da pobreza é uma tarefa de todos; é de uma actualidade e de urgência capital na tentativa de contribuir solidariamente para o bem comum. O humanismo constrói-se na dádiva por uma causa e na conscientização dos problemas reais das pessoas. Nós cidadãos não podemos ignorar estes flagelos sociais, é nossa responsabilidade assumir uma postura activa, cooperante e solidária. Parece-me fazer todo o sentido falar e agir na dimensão da Animação para o bem comum.
O Ano Internacional da Juventude sob o tema "Diálogo e Entendimento Mútuo" tem como objectivo a promoção do diálogo e do entendimento mútuo que passa pelo respeito dos direitos humanos, das liberdades e pela solidariedade, e não menos importante, pelos ideiais da paz. As acções a desenvolver procurarão impulsionar a participação plena e efectiva dos jovens em todos os aspectos da sociedade. Este será um ano rico em ideais, mas o mais importante estará ao nível das instituições democráticas e dos poderes políticos, no sentido de assumirem com a firmeza necessária a conjugação no plano supra partidário um projecto de compromissos e contribuirem com vigor para a materialização dos ideais e objectivos comuns que os povos partilharão ao longo do ano 2010.
O ano que agora começa também estará calendarizado por outros desafios, a uma escala muito inferior, mas não menos necessária e importante para muitos de nós. Estou esperançado num ano repleto de actividades mobilizadoras de vontades e mais importante, de liberdade e solidariedade para construirmos projectos alternativos.
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