quarta-feira, 1 de abril de 2009

1º Encontro de Teatro Comunitário

Felicito a Márcia Pereira, Animadora Cultural e Educadora Comunitária, pela liderança do projecto de Educação pela Arte na Inclusão Social, desenvolvido no Centro Luís de Camões - IPSS, no Funchal. Integrado neste projecto esteve o 1º Encontro de Teatro Comunitário, no âmbito das comemorações do Dia Internacional do Teatro, no passado dia 27 de Março.

Foi com expectativa que fui até ao jardim do Bairro do Hospital, no Funchal, assistir àquele que considero um projecto de Animação Sociocultural; uma iniciativa que reuniu numa clareira rodeada de blocos de cimento, cuja finalidade, é alberguar centenas de pessoas anónimas. Dezenas de pessoas assistiram de forma intimista, provocadora, mas com um sentido de intervenção com a comunidade, muito forte. Afinal falamos de teatro comunitário. Passaram pelo palco, vários grupos de actores, utentes de diferentes instituições de intervenção social, que quiseram partilhar as mesmas e também, outras problemáticas.

Este foi um trabalho também orientado por colegas Animadoras, que através da linguagem teatral procuram desenvolver com os protagonistas da acção, um conjunto de competências sociais, profissionais e de identidade. O teatro é um instrumento de integração social, de estímulo e de tomada de consciência para as problemáticas da comunidade, para outras acções de intervenção com a comunidade, enfim, para a dramatização de outras histórias paralelas à história dramatizada no palco da vida.

O que é o Teatro Comunitário?

O teatro comunitário é uma modalidade de teatro realizada por pessoas com pouca ou nenhuma experiência na linguagem teatral, cujo conteúdo é baseado na realidade quootidiana dos que participam da experiência e na problemática específica da comunidade. Neste estilo de teatro a técnica e a formação de actores é apenas um dos caminhos a serem percorridos. Cabe primeiro pensar o cidadão. Um bom cidadão certamente poderá ser um bom actor.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Quo Vadis?

Somos assaltados, quotidianamente, por factos e acontecimentos que marcam a vida comunitária, que nos exigem o exercício de reflexão ponderada, talvez um pouco mais, uma participação entusiasta e activa na refundação da nossa cidadania, que começa com o debate sobre questões sociais, culturais e educativas, que não se esgotam na política partidária ou até, nos pequenos contra-tempos da vida em comunidade.

Recentemente foi notícia, o facto de Manuel Maria Carilho, embaixador de Portugal na UNESCO, ter enviado uma proposta à Fundação Res Publica, documento onde fundamenta o estado actual da política cultural do Estado. Da leitura da proposta, que como disse, retrata o estado actual da cultura, melhor, fundamenta em factos tal ausência, que pode e deve ser combatida através do envolvimento sério, cuidado e activo dos agentes culturais, das instituições culturais e educativas e demais sociedade civil; um espaço onde os contributos de todos será certamente uma mais-valia para a promoção da cultura como factor de desenvolvimento sustentável das comunidades e da própria democracia.

Não podemos descredebilizar o factor estimulante, mesmo à micro-escala, que a cultura pode assumir nos tempos de crise. Não podemos de forma alguma, desligar a cultura da educação, ambas são a face da mesma moeda. Não pode haver um desenvestimento na cultura em favor da educação, ou vice-versa, tem que haver sim, um investimento permanente e equilibrado, uma política sectorial sustentável capaz de combater um certo desencanto das políticas culturais. O investimento na cultura é sinónimo de investimento educativo, de uma pedagogia cultural, que continua ausente das políticas culturais. Há que promover a aproximação à cultura pela educação. As autarquias são os organismos públicos que reúnem melhores condições para avançar nesse sentido.

Houve um investimento na construção de equipamentos socioculturais, mas, esquecemo-nos dos recursos humanos especializados, esquecemo-nos dos Animadores Socioculturais, entre outros agentes capazes de porem em marcha um projecto de pedagogia cultural, de cidadania democrática, de educar para a cultura através da cultura das pessoas, e não, para a cultura do espectáculo, a cultura do efémero.

A ideia de educar para a cultura também encontra acolhimento no facto noticiado pelos órgãos de comunicação social, que deram conta do facto de um grupo de alunos de etnia cigana frequentarem as aulas num pavilhão da mesma escola, mas separados dos restantes alunos da escola, levantando-se até a hipotese de estarmos perante um caso de exclusão social. Mais do que tecer comentários, colocam-se questões: Desenvolve-se algum programa no âmbito das actividades de enriquecimento curricular? De que forma os alunos de etnia cigana enquadram-se nessas actividades? As actividades são programadas de acordo com a sua cultura? É pertinente saber se esta realidade no âmbito escolar era do conhecimento e acompanhada por mediadores socio-culturais. Será? E vós Animadores Socioculturais que dizeis?

sexta-feira, 20 de março de 2009

Seminários sobre gestão e comunicação cultural


O professor e especialista em gestão cultural, o catalão Toni Puig, ministrará dois seminários sobre gestão e comunicação cultural, nos dias 5 e 7 de Maio de 2009, no Auditório do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa. Uma iniciativa da Academia de Produtores Culturais.

A realização dos seminários Gestão e Comunicação Cultural de Cumplicidade: novas perspectivas em serviços públicos de cultura com os cidadãos e Marketing da Cultura e Confiança: criação e valorização de marcas culturais, gestão e fidelização de públicos tem a sua sustentabilidade teórica no objectivo de facultar aos programadores, produtores, directores e responsáveis dos equipamentos culturais e às demais organizações socioculturais do terceiro sector,"... um conjunto de abordagens teóricas e práticas que consideramos úteis, eficazes e críticas no horizonte da produção e das práticas culturais contemporâneas."

Toni Puig é autor de várias obras, entre elas, algumas sobre a Animação Sociocultural. Aqui fica o registo de algumas obras:

- Animación Sociocultural, Cultura y Território, Madrid, Editorial Popular, 1990

- La Ciudad de las Asociaciones, Madrid, Editorial Popular, 1994

- Ciudad y Cultura en el siglo XXI. Un paseo por el bosque de la gestión, 605 ideas y un método, Buenos Aires, Ediciones Ciccus, 2000

- Se acabó la diversión, ideas y gestión para la cultura que crea ciudadania, Barcelona, Editorial Paidós, 2004

- Vamos gerir a cultura da cidade com os cidadãos, in Jaume Trilla (Coord.), Animação Sociocultural. Teorias, programas e âmbitos, Instituto Piaget, 2004

segunda-feira, 16 de março de 2009

Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2009

Dia Mundial do Teatro - 27 de Março, 2009


«Todas as sociedades humanas são espetaculares no seu cotidiano, e produzem espetáculos em momentos especiais. São espetaculares como forma de organização social, e produzem espetáculos como este que vocês vieram ver.

Mesmo quando inconscientes, as relações humanas são estruturadas em forma teatral: o uso do espaço, a linguagem do corpo, a escolha das palavras e a modulação das vozes, o confronto de idéias e paixões, tudo que fazemos no palco fazemos sempre em nossas vidas: nós somos teatro!

Não só casamentos e funerais são espetáculos, mas também os rituais cotidianos que, por sua familiaridade, não nos chegam à consciência. Não só pompas, mas também o café da manhã e os bons-dias, tímidos namoros e grandes conflitos passionais, uma sessão do Senado ou uma reunião diplomática - tudo é teatro.

Uma das principais funções da nossa arte é tornar conscientes esses espetáculos da vida diária onde os atores são os próprios espectadores, o palco é a platéia e a platéia, palco. Somos todos artistas: fazendo teatro, aprendemos a ver aquilo que nos salta aos olhos, mas que somos incapazes de ver tão habituados estamos a olhar. O que nos é familiar torna-se invisível: fazer teatro, ao contrário, ilumina o palco da nossa vida cotidiana.

Em Setembro do ano passado fomos surpreendidos por uma revelação teatral: nós, que pensávamos viver em um mundo seguro apesar das guerras, genocídios, hecatombes e torturas que aconteciam, sim, mas longe de nós em países distantes e selvagens, nós vivíamos seguros com nosso dinheiro guardado em um banco respeitável ou nas mãos de um honesto corretor da Bolsa - nós fomos informados de que esse dinheiro não existia, era virtual, feia ficção de alguns economistas que não eram ficção, nem eram seguros, nem respeitáveis. Tudo não passava de mau teatro com triste enredo, onde poucos ganhavam muito e muitos perdiam tudo. Políticos dos países ricos fecharam-se em reuniões secretas e de lá saíram com soluções mágicas. Nós, vítimas de suas decisões, continuamos espectadores sentados na última fila das galerias.

Vinte anos atrás, eu dirigi Fedra de Racine, no Rio de Janeiro. O cenário era pobre; no chão, peles de vaca; em volta, bambus. Antes de começar o espetáculo, eu dizia aos meus atores: - "Agora acabou a ficção que fazemos no dia-a-dia. Quando cruzarem esses bambus, lá no palco, nenhum de vocês tem o direito de mentir. Teatro é a Verdade Escondida".

Vendo o mundo além das aparências, vemos opressores e oprimidos em todas as sociedades, etnias, gêneros, classes e castas, vemos o mundo injusto e cruel. Temos a obrigação de inventar outro mundo porque sabemos que outro mundo é possível. Mas cabe a nós construí-lo com nossas mãos entrando em cena, no palco e na vida.

Assistam ao espetáculo que vai começar; depois, em suas casas com seus amigos, façam suas peças vocês mesmos e vejam o que jamais puderam ver: aquilo que salta aos olhos. Teatro não pode ser apenas um evento - é forma de vida!

Atores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma!»

Augusto Boal

sábado, 14 de março de 2009

O projecto "Escola Aberta" (II)

"Como surgiu a ideia de abordar os miúdos de rua?

Foi através das aulas de um professor do Magistério Primário do Funchal - o padre Edgar. Aulas que eram sobretudo questionar, questionar, fazer-nos ver, olhar. Foi a partir daí que começamos a olhar verdadeiramente as crianças."

Os professores mantiveram contacto com as crianças em esplanadas da Cidade do Funchal e no Jardim de Santa Catarina. As crianças eram as protagonistas das conversas e dos encontros informais com os professores e educadores. Escola Aberta, não era somente um nome, reflectia o desejo e o sonho vivido pelos miúdos. Descrevia a escola ideal, livre onde podiam estar à vontade. Aquele era o espaço deles, construído segundo as regras que tinham idealizado para a escola.

Foi um projecto vincado no diálogo de compromisso, de ganho de consciência para a realidade vivida, enfim, de desenvolvimento de uma vontade de transformação e de afirmação de uma consciência de direitos. As situações vividas pelas crianças no seu quotidiano eram discutidas com os Animadores. As frases que escreviam na sua escola, na Escola Aberta, reflectiam a sua realidade, uma realidade discutida entre eles, que também, era dramatizada de forma lúdica e pedagógica, sensibilizando-os para a realidade, e uma busca de soluções transformadoras pela participação das crianças.

O projecto cresceu e envolveu as famílias das crianças, uma aproximação discreta e informal protagonizada nos bairros. A Escola Aberta já não era só das crianças, a comunidade de bairro estava envolvida. Tudo o que acontecia na escola era motivo de aprendizagem permanente, uma aprendizagem que terminou no ano lectivo de 1993/94. Mas, aqueles Animadores foram capazes de gerar nos "meninos da caixinha" uma consciência de direitos como pessoas e de movimento social enquanto colectivo com deveres, direitos e acima de tudo, a capacidade de transformação das realidades vividas provocada pela tomada de consciência.

terça-feira, 10 de março de 2009

O projecto "Escola Aberta" (I)

Nos anos 80, na Madeira, teve início o desenvolvimento do projecto Escola Aberta. Este foi um projecto de intervenção comunitária e de Animação Socioeducativa desenvolvido por Animadores voluntários - professores e educadores - pioneiros no desenvolvimento de práticas de Animação no campo socioeducativo com grupos sociais desfavorecidos. "O projecto Escola Aberta nasceu do contacto com as crianças de rua. Do andar na rua e falar com os miúdos".

Escola Aberta, porque, era uma escola livre, onde os seus protagonistas, as crianças, podiam estar à vontade, aquele era o espaço deles, dos "meninos da caixinha" que desciam para a Cidade do Funchal no intuito de angariar algum dinheiro. Este fora um projecto que privilegiava a criatividade e as práticas de educação não formal sustentadas em processos participativos. Era um tempo e um espaço de ludicidade e de diálogo caracterizados por cenários de aprendizagem informal; um projecto de alfabetização inovador ao nível da prática pedagógica.

Estou certo que a Escola Aberta foi um marco importantíssimo para a escrita da história da Animação Sociocultural e para a sua génese em outros projectos de relevante interesse sociocultural e educativo na Região Autónoma da Madeira. A história do projecto de Animação Socioeducativa Escola Aberta começa a ser desenhada em 1987, uma fase caracterizada pelos contactos que viriam a efectivar o projecto no terreno em 1989. A fase de enquadramento institucional veio a acontecer em 1991-92.

terça-feira, 3 de março de 2009

Os conselhos municipais de juventude

A Lei n.º 8/2009 de 18 de Fevereiro, que entrou em vigor a 1 de Março, cria o regime jurídico dos conselhos municipais de juventude, estabelecendo a sua composição, competências e regras de funcionamento. Este conselho é um orgão consultivo do município em matérias de política de juventude, coordenando e articulando esta política com outras sectoriais nos domínios da cultura, educação, social, acção social, desporto e saúde.

A regulamentação legislativa deste órgão é fundamental para a uniformização na composição, funcionamento e definição de direitos e deveres dos membros do conselho. É imperioso que as autarquias tenham em consideração as específicidades associativas e de juventude do município, procurando que o conselho municipal exerça um papel activo; contributo sério na definição e ajuda à implementação de verdadeiras políticas de juventude.

A obrigatoriedade da criação do conselho municipal de juventude por parte de todas as autarquias (o prazo máximo para a sua criação é de seis meses desde a entrada em vigor do diploma), é um sério contributo para a democracia participativa no território local e para o exercício efectivo de uma cidadania activa por parte dos jovens e das organizações locais. Estou esperançado que este é um passo fundamental para uma maior e melhor articulação, fiscalização, revindicação e assunção de políticas autárquicas coerentes com a realidade juvenil dos municípios.

Na Região Autónoma da Madeira, o Município do Porto Santo foi o primeiro a criar o conselho municipal de juventude. Quem é o próximo a seguir-lhe o exemplo?

Faço votos para que, e à semelhança da presente lei, se avance com passos firmes em termos legislativos, para a criação dos conselhos municipais de cultura.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

"Cidadania Participativa" em tempo de crise... Um olhar humano e solidário

Vivemos numa era global e consequência disso é a crise financeira e económica que os portugueses e o mundo estão a viver de forma atroz, encontrando um escape social para o problema, na participação mais ou menos activa em efemérides de carácter lúdico como é caso do Carnaval. Um tempo de libertação do espírito, de crítica social e política, de fuga à realidade social.

Face ao contexto social que vivemos é imperioso trabalhar no sentido de encontrar soluções que minimizem o impacto negativo da "ausência de uma peça do puzzle", sendo este, uma realidade que não pode ser menosprezada, nem relegada para um segundo plano da acção governativa, para dar lugar às sucessivas campanhas de propaganda que se tem assistido com maior espectacularização nos últimos tempos.

A verdadeira acção transformadora das realidades locais que no seu conjunto é nacional, continuam no anonimato protagonizado pelas associações cívicas que teimam em acreditar que é possível transformar o meio envolvente com o Homem. É nesta linha de intervenção que elas continuam a dinamizar projectos de Animação Cidadã, uma metodologia que privilegia o envolvimento activo dos grupos sociais em prol dos concidadãos. Exemplo do que pode ser um projecto de Animação Cidadã é a "Cidadania Participativa", um projecto da responsabilidade executiva da Associação Cultural Moinho da Juventude sediada na Cova da Moura, e que é resultado de um contrato-programa com o Governo Civil de Lisboa e com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.

A associação dinamizará o projecto com diferenciados grupos sociais promovendo a participação cívica junto da população local, e envolvendo os jovens. Um dos objectivos do projecto é captar capacidades da população e rentabilizá-las em favor de quem precisa, um acto de Animação Cidadã solidária em tempo de crise... As acções passarão também pela promoção de actividades com os idosos, número crescente no bairro que foi maioritariamente jovem. O projecto visa ainda a criação de um centro de convívio. A promoção da igualidade do género, outro dos objectivos da "Cidadania Participativa", passa pela prevenção da violência doméstica. E a acção com os reclusos acontecerá ainda nos estabelecimentos prisionais com a ajuda na área burocrática, no tratamento da documentação.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

I Congresso Internacional de Animação Turística

O Centro Cultural de Chaves é o espaço escolhido para a realização do I Congresso Internacional de Animação Turistica que se realizará nos dias 27 e 28 de Março de 2009.


PROGRAMA

Dia 27 de Março de 2009

09:00 - Recepção e Boas Vindas a todos os Participantes no I Congresso Internacional de Animação Turística
10:00 - Abertura Oficial
10:30 - Painel I - Animação, Turismo, Artes, Cultura e Património
Coordenação: Prof. Doutor Marcelino de Sousa Lopes
  • As Práticas Teatrais como meio de Animação Turística
    Prof. Doutor Manuel Vieites - Escola Superior de Arte Dramática da Galiza (Espanha)
  • A Musica na Animação Turística
    Prof. Doutor Agostinho Diniz Gomes - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • Turismo e Educação Ambiental
    Prof. Doutor João Bento - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • O Património Cultural e a Animação Turística
    Prof. Doutor Xerardo Pereiro - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • O Vale de Santarém e as Viagens no Contexto da Animação Turística
    Prof.ª Doutora Sónia Galinha - Instituto Politécnico de Santarém (Portugal)

14:30 - Mesas Redondas


Mesa Redonda 1: Projectos Turísticos Transfronteiriços e Animação Turística
Coordenação: Prof. Doutor Xerardo Pereiro
Intervenções:

  • Prof. Doutor Christopher Gerry, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • Prof. Doutor Américo Nunes Peres, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • Prof. Doutor José Santos Solla, Universidade de Santiago de Compostela (Espanha)
  • Prof. Doutor Jose Antonio Caride Gomez, Universidade de Santiago de Compostela (Espanha)

Mesa Redonda 2: Projecto Eurocidade Caves Verin e a Animação Turistica
Coordenação: Prof.ª Doutora Isabel Costa

Intervenções:

  • Prof. Doutor Francisco Dinis, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • Xavier Otero
  • Representante do município de Chaves
  • Representante do Município de Verin

16:30 - Pausa para Café


17.30 - Painel II - Animação Turística: Participação e Desenvolvimento
Coordenação: Prof. Doutor Américo Nunes Peres

  • A Animação Turística e as Rotas Regionais
    Prof.ª Doutora Manuela Ribeiro, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • A Animação Turística, Participação e Desenvolvimento
    Dr. António Sousa e Silva, investigador (Portugal)
  • A Animação Turística e Desenvolvimento
    Prof. Doutor Júlio Pardelhas, Universidade de Vigo (Espanha)
  • Animação Turística: Planeamento e Desenvolvimento Territorial
    Prof. Doutor José Manuel Simões, Universidade de Lisboa (Portugal)
  • As identidades na Animação Turística
    Prof. Doutor Ricardo Vieira, Instituto Politécnico de Leiria (Portugal)

21:00 - Animação


Dia 28 de Março de 2009

09:00 - Painel III - Animação Sociocultural, Animação Turística e Tempo Livre
Coordenação: Prof. Doutor Domingos Lopes

  • O Ócio, o Tempo Livre na Animação Turística
    Prof. Doutor Manuel Cuenca, Universidade de Deusto (Espanha)
  • A Animação Turística e Âmbitos Etários
    Prof. Doutor Marcelino de Sousa Lopes, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • A Animação Turística como Âmbito de Animação Sociocultural
    Prof. Doutor Victor Ventosa, Universidade Pontifícia de Salamanca (Espanha)
  • A Recreação e o Lazer na Animação Turistica
    Prof.ª Doutora Teresa Freire, Universidade do Minho (Portugal)
  • O Lazer no Contexto da Animação Turística
    Prof. Doutor Edmur Stoppa (Brasil)

11:00 - Pausa para Café

Relatos de Experiências de Animação Turística
Coordenação: Dr. António Sousa e Silva

  • Animação Turística no contexto da Região Douro Sul
    Prof. Doutor Jorge Azevedo, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • O Projecto Guimatur e a Animação turística
    Dr.ª Maria Xosé Cacabelos, Guimatur (Espanha)
  • Projectos de Animação Comunitária no Contexto da Animação Turística
    Dr.ª Rosário Quintana, Vilar de Santos (Espanha)
  • Animadouro - Projectos de Animação Turística à volta do Douro
    Dr. António Martinho, Turismo do Douro (Portugal)
  • O Inatel e o Turismo Sénior
    (conferencista a designar pela instituição)
  • Movijovem e o Turismo Juvenil
    Dr. João Paulo Rebelo, Movijovem (Portugal)

15:00 - Painel IV - Animação Turística: novas áreas e novos espaços de intervenção
Coordenação: Prof. Doutor Agostinho Diniz Gomes

  • O Termalismo e a Animação Turística: Prof.ª Doutora Verónika Lapa - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • Metodologia de Investigação em Animação Turística: Prof.ª Doutora Isabel Costa - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • O Ecoturismo e a Animação Turística: Prof. Doutor Domingos Lopes - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal)
  • Hospitalidade e Animação turística: Prof.ª Doutora Isabel Baptista - Universidade Católica (Portugal)
  • Animação Turística e Turismo Sustentável: Prof. Doutor Sérgio Araújo - Instituto Politécnico de Leiria (Portugal)

17:00 - Relatos de Experiências de Animação Turística
Coordenação: Prof.ª Doutora Verónica Lapa

  • O Termalismo e a Animação Turística em Chaves
    Dr.ª Maria de Lurdes Campos, Câmara Municipal de Chaves (Portugal)
  • O Projecto Vidago: Bem-estar e saúde e a Animação Turística
    Dr. Manuel Marques, Aquanatur (Portugal)
  • O Turismo Religioso e a Animação Turística
    Dr. Varico Pereira, Turel (Portugal)
  • A Animação nas Autarquias - Projecto de Animação Turística em Ponte de Lima
    Dr. Dantas Lima, Câmara Municipal de Ponte de Lima (Portugal)
  • Experiências de Animação Turística no Concelho de Valpaços
    Dr.ª Lucília Cardoso, Câmara Municipal de Valpaços (Portugal)
  • O Jogo e a Animação Turística
    Dr. Pedro Couceiro, Casino de Chaves (Portugal)


para mais informações acesse em www.animacaoturistica.com

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mais um ano de actividade na blogosfera

O Animação Sociocultural e Insularidade conta com dois anos de actividade na blogosfera. Uma existência marcada pela reflexão acerca das questões da Animação Sociocultural desde a realidade local, regional e nacional; realidades mutáveis no tempo. Procuramos partilhar preocupações comuns a muitos Animadores; reflectir sobre temas de interesse social, cultural e político para uma discussão mais profícua acerca da Animação Sociocultural. Uma praxis exercida desde um pensamento crítico, porque a nossa acção nunca é neutra face à realidade.

Agradeço a todos os leitores do Animação Sociocultural e Insularidade, que continuamente têm seguido este blog. Expresso o meu obrigado às pessoas que comentaram algumas das reflexões publicadas. Foi uma participação que registo com agrado.

Felicito o Prof. Doutor Avelino Bento autor do Exdra e Animação pela excelente produção textual reflexiva que tem vindo a realizar no seu blog. Classifico muitos dos textos postados como de relevante interesse para os Animadores; o seu conteúdo revela uma leitura actual e pedagógica sobre uma multiplicidade de factos que devem ser acompanhados pelos Animadores, sem dúvida, um blog de leitura obrigatória.

Uma nota de felicitação ao colega Dr. José Vieira pelo seu também excelente Animação Sociocultural & Juventude que por estes dias comemora mais um ano de actividade. Aconselho vivamente todos os Animadores e demais interessados no aprofundamento do tema da Animação Sociocultural e Juventude, a uma consulta exaustiva e a um acompanhamento obrigatório deste blog.