Hoje o blog Animação Sociocultural e Insularidade comemora um ano de actividade sustentada na reflexão sobre a Animação Sociocultural e âmbitos afins a esta prática social, desde o território insular.
O blog nasceu da necessidade e oportunidade de criar um espaço virtual de reflexão no universo insular, e de debate aberto à participação de todos aqueles que se identificam com a Animação Sociocultural, sem nunca perder, o rumo que desejamos que a prática da Animação Sociocultural assuma no território regional.
A avaliação que faço de um ano de actividade é positiva. Estou ciente das dificuldades no que concerne ao debate acerca da Animação, atendendo que o fazemos desde a Região Autónoma da Madeira, condicionados na acção teórica pela insularidade que nos moldou a identidade cultural. Continuamos livres no pensamento crítico e na acção que ambicionamos promover em prol da Animação Sociocultural.
Aproveito o ensejo para agradecer publicamente a todos aqueles que colaboram na divulgação do blog, pelos comentários que produziram nos respectivos blogs que para mim, são um incentivo a continuar a reflectir de forma coerente com o meu posicionamento face à Animação Sociocultural.
Uma palavra de agradecimento a todos aqueles que visitaram o Animação Sociocultural e Insularidade e a muitos outros, que continuam a fazê-lo assiduamente, pelos comentários que foram deixando, um repto para um debate virtual mas necessário.
O primeiro blog de animação sociocultural na Região Autónoma da Madeira
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Políticas locais para a Diversidade Cultural
Que políticas para a diversidade cultural nos territórios locais?
Abordarmos a diversidade cultural implica uma leitura do social e uma concepção de política cultural que favoreça a inclusão e convivência das diferentes culturas no micro espaço local/regional. A compreensão da diversidade cultural e consequentemente acções de apoio à diversidade, acontece de acordo com variáveis como a história, a geografia, as características demográficas, a vitalidade da sociedade civil, factores estes que variam de uma cidade para outra, dentro de uma mesma região.
O entendimento da diversidade cultural não deve ser circunscrito à ideia da valorização da cultura das minorias étnicas. A diversidade cultural é um processo que exige uma visão global, temos que entendê-la enquanto um mundo de práticas e representações culturais de um grupo social, das culturas periféricas, mas não menos importantes na construção da identidade cultural.
A promoção da diversidade cultural deverá ser uma das acções estratégicas de uma política cultural local. Uma política promotora dos direitos culturais - participação e acesso à cultura, a par, de um processo educativo para a diversidade cultural e inclusão social. A inclusão através de processos activos de participação cultural, da valorização da cultura do "Outro" e da facilitação de oportunidades de creatividade artística que poderão manifestar-se na actividade sociocultural e nos conselhos municipais de cultura.
A diversidade cultural é um riquíssimo património da humanidade, onde poderemos descobrir novos sentidos para a democracia. A participação de todos os grupos sociais na vida cultural local é factor de inclusão social e de vivência do pluralismo cultural que na contemporaneidade é sinónimo de coesão social e de convivência multicultural.
A Animação Sociocultural deve ser instrumento potencializador da democracia cultural, de fomento de processos educativos para a diversidade cultural e consequente inclusão social.
Valores como a tolerância, a convivência multicultural, o respeito mútuo, a solidariedade e a cooperação são princípios de referência para a vivência plena da multiculturalidade. A este prepósito, o sétimo princípio da Agenda 21 da Cultura foca a interdependência entre território e o diálogo. “As cidades e os espaços locais são ambientes privilegiados da elaboração cultural em constante evolução e constituem os âmbitos da diversidade criativa, onde a perspectiva do encontro de tudo aquilo que é diferente e distinto … torna possível o desenvolvimento humano integral. O diálogo entre a identidade e a diversidade, indivíduo e colectividade, revela-se como a ferramenta necessária para garantir tanto uma cidadania cultural planetária, como a sobrevivência da diversidade linguística e o desenvolvimento das culturas”.
Abordarmos a diversidade cultural implica uma leitura do social e uma concepção de política cultural que favoreça a inclusão e convivência das diferentes culturas no micro espaço local/regional. A compreensão da diversidade cultural e consequentemente acções de apoio à diversidade, acontece de acordo com variáveis como a história, a geografia, as características demográficas, a vitalidade da sociedade civil, factores estes que variam de uma cidade para outra, dentro de uma mesma região.
O entendimento da diversidade cultural não deve ser circunscrito à ideia da valorização da cultura das minorias étnicas. A diversidade cultural é um processo que exige uma visão global, temos que entendê-la enquanto um mundo de práticas e representações culturais de um grupo social, das culturas periféricas, mas não menos importantes na construção da identidade cultural.
A promoção da diversidade cultural deverá ser uma das acções estratégicas de uma política cultural local. Uma política promotora dos direitos culturais - participação e acesso à cultura, a par, de um processo educativo para a diversidade cultural e inclusão social. A inclusão através de processos activos de participação cultural, da valorização da cultura do "Outro" e da facilitação de oportunidades de creatividade artística que poderão manifestar-se na actividade sociocultural e nos conselhos municipais de cultura.
A diversidade cultural é um riquíssimo património da humanidade, onde poderemos descobrir novos sentidos para a democracia. A participação de todos os grupos sociais na vida cultural local é factor de inclusão social e de vivência do pluralismo cultural que na contemporaneidade é sinónimo de coesão social e de convivência multicultural.
A Animação Sociocultural deve ser instrumento potencializador da democracia cultural, de fomento de processos educativos para a diversidade cultural e consequente inclusão social.
Valores como a tolerância, a convivência multicultural, o respeito mútuo, a solidariedade e a cooperação são princípios de referência para a vivência plena da multiculturalidade. A este prepósito, o sétimo princípio da Agenda 21 da Cultura foca a interdependência entre território e o diálogo. “As cidades e os espaços locais são ambientes privilegiados da elaboração cultural em constante evolução e constituem os âmbitos da diversidade criativa, onde a perspectiva do encontro de tudo aquilo que é diferente e distinto … torna possível o desenvolvimento humano integral. O diálogo entre a identidade e a diversidade, indivíduo e colectividade, revela-se como a ferramenta necessária para garantir tanto uma cidadania cultural planetária, como a sobrevivência da diversidade linguística e o desenvolvimento das culturas”.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
V Colóquio "Caminhos da Animação"
Nos dias 4 e 5 de Março de 2008, a Cidade de Beja acolherá uma vez mais, a realização do Colóquio "Caminhos da Animação", um espaço e tempo formativos organizado pelo alunos finalistas do Curso de Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação de Beja, que a exemplo de edições anteriores, pretende ser um espaço de reflexão e de intercâmbio de experiências sobre diferentes âmbitos de intervenção da Animação Sociocultural.De acordo com a Organização do Colóquio, um outro dos objectivos que norteiam esta iniciativa é o facto de ser "um meio de divulgar a Animação Sociocultural, enquanto instrumento de intervenção, junto de instituições que a ela podem recorrer para conseguir actuações nos mais variados domínios, como por exemplo a Educação, a Cultura, a Acção Social, o Desenvolvimento Local, Criação de Públicos e Gestão e Programação Cultural."
Este colóquio que decorrerá no Auditório dos Serviços Comuns do Instituto Politécnico de Beja reveste-se de especial interesse por chamar a si a comemoração dos 10 anos de abertura do curso da Escola Superior de Educação de Beja, e está integrado num projecto mais alargado denominado II Jornadas de Animação que decorrerão de Março a Junho de 2008.
Aqui fica o pré-programa do Colóquio "Caminhos da Animação".
Dia 4 Março
9h – Abertura do Secretariado
9.30h – Sessão de Abertura “10 anos de Animação em Beja”
10.00h – Momento de Animação
10.15h – Comunicação “Desafios da Animação no séc. XXI”
Professor Doutor Vítor Ventosa Perez*
10.45h- Momento de Animação/ Pausa para café
11.00h – Painel I - “Animação e Autarquias”
Partilha de projectos de Animação dinamizados por Autarquias Portuguesas
13.30h – Almoço
14.30h – Painel II - “Universos e Novos Caminhos da Animação”
Das áreas tradicionais às mais recentes, são vários os caminhos que a Animação deverá percorrer
15.45h – Momento de Animação / Pausa para café
16.00h – Painel III – “Da Ideia ao Projecto”
Da idealização à concretização da ideia, existe um caminho que importa explorar e partilhar
17.15h – Momento de Animação / Pausa para café
17.30h – Mesa Redonda – “Animação e Desenvolvimento Local”
Animação Nocturna – “Distúrbios Culturais”, A.E. ESEB
Dia 5 Março
9h – Abertura do Secretariado
9.15h – Painel IV - “Desenvolvimento local, Empreendedorismo e Animação”
Num contexto desafiante à animação, é necessária uma visão estratégica e inovadora
11.45h – Momento de Animação/Pausa para café
12.00h – Mesa Redonda – “Formação de Animadores, contextos e desafios” **
12.00h – Mesa Redonda – “Animação e Formação de Públicos” **
13.30h – Almoço
14.30h – Painel V - “O Associativismo, o Voluntariado, a Acção Social e a Animação”
O que marca a diferença na intervenção é o contexto em que esta é realizada
15.45h – Momento de Animação / Pausa para café
16.00h – Sessão de Encerramento e Conclusões do Colóquio
17.00h – Espectáculo evocativo
“10 Anos do Curso de Animação na Cidade de Beja”
* A aguardar confirmação
**Actividades a decorrer em simultâneo
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Agenda 21 da Cultura
A Agenda 21 da Cultura é um documento que estabelece as bases e um conjunto de compromissos das cidades e dos governos locais para o desenvolvimento cultural. Podemos afirmar que a Agenda 21 é um compromisso dos governos com os direitos humanos, a diversidade cultural, a sustentabilidade e a democracia participativa.
Vivemos um tempo social marcado pela necessidade emergente do debate acerca das políticas de inclusão social, de uma política de acção real que se concretize num projecto socioeducativo para a convivência multicultural, em que premissas como a liberdade cultural e religiosa, a participação e a democracia são factores vivificantes das comunidades locais e pilares da estabilidade política e social. Estes valores sociais estão apoiados no reconhecimento público por parte dos governos que rectificaram o documento Agenda 21 da Cultura e à luz da Declaração Universal dos Direitos Humanos, de que os direitos culturais são parte indissociável desses direitos.
No século XXI há a necessidade de um projecto global que perspective o desenvolvimento cultural desde a óptica da Animação Sociocultural. A Agenda 21 é um documento de trabalho para os governos regionais e locais, mas um manual prático para os Animadores Socioculturais, pois, os princípios consignados na Agenda 21 da Cultura reflectem valores universais defendidos à luz das metodologias da Animação Sociocultural.
Vivemos um tempo social marcado pela necessidade emergente do debate acerca das políticas de inclusão social, de uma política de acção real que se concretize num projecto socioeducativo para a convivência multicultural, em que premissas como a liberdade cultural e religiosa, a participação e a democracia são factores vivificantes das comunidades locais e pilares da estabilidade política e social. Estes valores sociais estão apoiados no reconhecimento público por parte dos governos que rectificaram o documento Agenda 21 da Cultura e à luz da Declaração Universal dos Direitos Humanos, de que os direitos culturais são parte indissociável desses direitos.
No século XXI há a necessidade de um projecto global que perspective o desenvolvimento cultural desde a óptica da Animação Sociocultural. A Agenda 21 é um documento de trabalho para os governos regionais e locais, mas um manual prático para os Animadores Socioculturais, pois, os princípios consignados na Agenda 21 da Cultura reflectem valores universais defendidos à luz das metodologias da Animação Sociocultural.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
I Congresso Internacional A Animação Sociocultural e os Desafios do Século XXI
Já tinhamos referenciado num post anterior, a realização do I Congresso Internacional A Animação Sociocultutal e os Desafios do Século XXI, a ter lugar em Ponte de Lima, nos 17, 18 e 19 de Abril de 2008.
Aqui fica mais algumas informações pertinentes, nomeadamente os temas em debate no I Congresso e sua distribuição pelos painéis temáticos.
Animação Sociocultural; Animação Socioeducativa; Animação Sociocultural e Infância; Animação Sociocultural e Juventude; Animação Sociocultural e Emprego; Animação Sociocultural e Terceira Idade; Animação Sociocultural e Turismo; Animação Sociocultural e Desenvolvimento Comunitário; Animação Sociocultural e Educação para o Ócio; Animação Sociocultural e Lazer; Animação Sociocultural e Globalização; Animação Sociocultural Mundo Hurbano e Mundo Rural; Animação Sociocultural e Educação Permanente; Animação Sociocultural e Voluntariado; Animação Sociocultural e Participação; Animação Sociocultural e Gestão Cultural; Animação Sociocultural nas Autarquias; Animação Teatral; Animação Musical; Animação Sociocultural e Novos Espaços de Intervenção; Animação Sociocultural e Cidadania; Ciberanimação; Animação Sociocultural e Novas Necessidades Educativas; Animadores Socioculturais; Gestores Culturais; Educadores Sociais; Pedagogos Sociais; Trabalhadores Sociais...
Painéis Temáticos
A Animação Sociocultural e Âmbitos Espaciais e Tecnológicos
A Animação Sociocultural: mundo urbano e mundo rural;
A Animação Sociocultural e o movimento das Cidades Educadoras;
A Animação Sociocultural e a Gestão Cultural;
A Animação Sociocultural nas Autarquias Locais;
A Animação Turística e Desenvolvimento Local;
A Ciberanimação.
A Animação Sociocultural e Âmbitos etários
Animação Sociocultural e a Animação Socioeducativa na Infância;
Animação Sociocultural na Juventude;
A Animação Sociocultural e as transformações no mercado de trabalho;
Animação Sociocultural na Terceira Idade;
Animação Sociocultural: a Recreação, o Lazer e o turismo nos diferentes contextos etários;
A Animação Sociocultural: novos perfis e novos espaços Profissionais.
A Animação Sociocultural nos âmbitos do Social, Cultural e Educativo
A Animação Teatral e os Desafios do Século XXI;
A Animação Sociocultural e a Educação (formal, não formal e informal, educação social e a pedagogia social);
A Animação Musical no contexto da Animação Sociocultural;
A Animação Sociocultural no âmbito da Educação Intercultural e minorias étnicas;
A Animação Sociocultural e a Educação para o ócio.
A Animação Sociocultural no âmbito da Cidadania, Voluntariado e Participação
A Animação Sociocultural no contexto da Globalização;
A Animação Sociocultural a Cidadania e a Participação;
A Animação Sociocultural e Voluntariado;
Animação Sociocultural e o Desenvolvimento Comunitário;
A Animação Sociocultural: velhos e novos desafios;
A Animação Socioeducativa e os novos espaços Educativos: marginalidade, hospitalar, grupos com necessidades educativas especiais...
Mesas Redondas
Os Animadores Socioculturais e os outros Agentes de Desenvolvimento
Os Animadores Socioculturais e os âmbitos de intervenção. Os Animadores Socioculturais e os outros agentes educativos / Os educadores sociais / Os pedagogos sociais / Os Gestores Culturais e Socioculturais / Os animadores profissionais e voluntários...
Animadores Profissão ou mera ocupação? / O Animador Sociocultural no contexto europeu. Estatuto e carreira profissional / Código deontológico do Animador...
Formação Superior em Animação Sociocultural / Animadores Socioculturais e áreas afins
Modelos de Formação Superior em Animação Sociocultural e Modelos de Formação de Animadores.
Modelos de Formação Superior em áreas afins: Pedagogia Social, Educação Social, Animação Turística...
Quem são os Docentes/ Formadores de Animadores no Ensino Superior? Qual o seu percurso e perfil formativo?
Tipologia de formação de animadores socioculturais: Formação teórica? Formação prática? Formação teórico-pártica?
Formação de Animadores de Nível Técnicoprofissional
Formação de Animadores Socioculturais de nível intermédio.
Perfil de Docente em Animação Sociocultural no espaço de ensino secundário.
Perfil de Docente.
Para mais informações e inscrições, consultar a página do congresso.
Aqui fica mais algumas informações pertinentes, nomeadamente os temas em debate no I Congresso e sua distribuição pelos painéis temáticos.
Animação Sociocultural; Animação Socioeducativa; Animação Sociocultural e Infância; Animação Sociocultural e Juventude; Animação Sociocultural e Emprego; Animação Sociocultural e Terceira Idade; Animação Sociocultural e Turismo; Animação Sociocultural e Desenvolvimento Comunitário; Animação Sociocultural e Educação para o Ócio; Animação Sociocultural e Lazer; Animação Sociocultural e Globalização; Animação Sociocultural Mundo Hurbano e Mundo Rural; Animação Sociocultural e Educação Permanente; Animação Sociocultural e Voluntariado; Animação Sociocultural e Participação; Animação Sociocultural e Gestão Cultural; Animação Sociocultural nas Autarquias; Animação Teatral; Animação Musical; Animação Sociocultural e Novos Espaços de Intervenção; Animação Sociocultural e Cidadania; Ciberanimação; Animação Sociocultural e Novas Necessidades Educativas; Animadores Socioculturais; Gestores Culturais; Educadores Sociais; Pedagogos Sociais; Trabalhadores Sociais...
Painéis Temáticos
A Animação Sociocultural e Âmbitos Espaciais e Tecnológicos
A Animação Sociocultural: mundo urbano e mundo rural;
A Animação Sociocultural e o movimento das Cidades Educadoras;
A Animação Sociocultural e a Gestão Cultural;
A Animação Sociocultural nas Autarquias Locais;
A Animação Turística e Desenvolvimento Local;
A Ciberanimação.
A Animação Sociocultural e Âmbitos etários
Animação Sociocultural e a Animação Socioeducativa na Infância;
Animação Sociocultural na Juventude;
A Animação Sociocultural e as transformações no mercado de trabalho;
Animação Sociocultural na Terceira Idade;
Animação Sociocultural: a Recreação, o Lazer e o turismo nos diferentes contextos etários;
A Animação Sociocultural: novos perfis e novos espaços Profissionais.
A Animação Sociocultural nos âmbitos do Social, Cultural e Educativo
A Animação Teatral e os Desafios do Século XXI;
A Animação Sociocultural e a Educação (formal, não formal e informal, educação social e a pedagogia social);
A Animação Musical no contexto da Animação Sociocultural;
A Animação Sociocultural no âmbito da Educação Intercultural e minorias étnicas;
A Animação Sociocultural e a Educação para o ócio.
A Animação Sociocultural no âmbito da Cidadania, Voluntariado e Participação
A Animação Sociocultural no contexto da Globalização;
A Animação Sociocultural a Cidadania e a Participação;
A Animação Sociocultural e Voluntariado;
Animação Sociocultural e o Desenvolvimento Comunitário;
A Animação Sociocultural: velhos e novos desafios;
A Animação Socioeducativa e os novos espaços Educativos: marginalidade, hospitalar, grupos com necessidades educativas especiais...
Mesas Redondas
Os Animadores Socioculturais e os outros Agentes de Desenvolvimento
Os Animadores Socioculturais e os âmbitos de intervenção. Os Animadores Socioculturais e os outros agentes educativos / Os educadores sociais / Os pedagogos sociais / Os Gestores Culturais e Socioculturais / Os animadores profissionais e voluntários...
Animadores Profissão ou mera ocupação? / O Animador Sociocultural no contexto europeu. Estatuto e carreira profissional / Código deontológico do Animador...
Formação Superior em Animação Sociocultural / Animadores Socioculturais e áreas afins
Modelos de Formação Superior em Animação Sociocultural e Modelos de Formação de Animadores.
Modelos de Formação Superior em áreas afins: Pedagogia Social, Educação Social, Animação Turística...
Quem são os Docentes/ Formadores de Animadores no Ensino Superior? Qual o seu percurso e perfil formativo?
Tipologia de formação de animadores socioculturais: Formação teórica? Formação prática? Formação teórico-pártica?
Formação de Animadores de Nível Técnicoprofissional
Formação de Animadores Socioculturais de nível intermédio.
Perfil de Docente em Animação Sociocultural no espaço de ensino secundário.
Perfil de Docente.
Para mais informações e inscrições, consultar a página do congresso.
sábado, 19 de janeiro de 2008
Animação, Animadores e outras questões correlativas
É tempo de falarmos a uma mesma voz, acerca da Animação Sociocultural. Continuamos a debater matérias que nada acrescentam de novidade ao que já conhecemos, insistimos no debate frívolo, de ausência de participação daqueles que por várias razões, mais se distanciam do debate acerca da Animação. É imperioso que avancemos com propostas concreterizáveis, com acções firmes em defesa de interesses comuns aos Animadores.
Olho para um passado recente, provavelmente, uma década e comparando-o com o presente vivido, pouco ou nada mudou. Os discursos de circunstância e contraditórios na acção continuam. Esta realidade está sem dúvida, a contribuir para um sentimento de confusão entre os Animadores. Reitero a ideia de que precisamos ler os sinais dos tempos, de estarmos atentos aos velhos e novos desafios que se colocam à Animação Sociocultural, enfim, tudo é mutável no tempo, um tempo social ao qual precisamos de nos adaptar.
Afinal em que contribuiu debates infindáveis acerca da formação dos Animadores e da necessidade do reconhecimento da profissão? Para alguns Animadores é oportuno que se coloque a questão: Ainda faz sentido lutar por esse ideal? Se sim, então desperta e avança connosco.
Assistimos ao desfilar de uma série de cursos superiores de Animação (Sociocultural, Cultural, Socioeducativa, Turística) dispersos por várias Escolas Superiores de Educação e por uma Universidade. A instituição A que lecciona o curso de Animação Sociocultural tem um plano de estudos diferente da instituição B, que lecciona o mesmo curso. Qual é o Animador mais bem formado? O da A ou da B? Porque não colocar em questão os conteúdos programáticos dos cursos. É evidente que há planos de estudos que muito pouco têm haver com a formação desejada para os Animadores Socioculturais. Uma formação prática inspirada nas realidades regionais.
O debate acerca da Animação Sociocultural e as questões relativas à profissionalização não é coutada de ninguém. Mas isso não invalida que não trabalhemos afincadamente pela conquista de direitos socioprofissionais.
Que alternativas estamos a construir? Quem são os nossos parceiros? Quais os mecanismos de regulação da formação académica do Animador e a realidade social do mercado de trabalho?
É responsabilidade dos Animadores a defesa da sua coutada no mercado de trabalho. Eles têm que ter a audácia para se lançarem numa aprendizagem permanente, na transformação das realidades sociais, no confronto das ideias, na luta de ideiais; no desenvolvimento de uma acção permanente de assunção do debate sobre a Animação Sociocultural e dos novos temas correlativos que no quotidiano profissional se impõem na acção da cidadania.
Olho para um passado recente, provavelmente, uma década e comparando-o com o presente vivido, pouco ou nada mudou. Os discursos de circunstância e contraditórios na acção continuam. Esta realidade está sem dúvida, a contribuir para um sentimento de confusão entre os Animadores. Reitero a ideia de que precisamos ler os sinais dos tempos, de estarmos atentos aos velhos e novos desafios que se colocam à Animação Sociocultural, enfim, tudo é mutável no tempo, um tempo social ao qual precisamos de nos adaptar.
Afinal em que contribuiu debates infindáveis acerca da formação dos Animadores e da necessidade do reconhecimento da profissão? Para alguns Animadores é oportuno que se coloque a questão: Ainda faz sentido lutar por esse ideal? Se sim, então desperta e avança connosco.
Assistimos ao desfilar de uma série de cursos superiores de Animação (Sociocultural, Cultural, Socioeducativa, Turística) dispersos por várias Escolas Superiores de Educação e por uma Universidade. A instituição A que lecciona o curso de Animação Sociocultural tem um plano de estudos diferente da instituição B, que lecciona o mesmo curso. Qual é o Animador mais bem formado? O da A ou da B? Porque não colocar em questão os conteúdos programáticos dos cursos. É evidente que há planos de estudos que muito pouco têm haver com a formação desejada para os Animadores Socioculturais. Uma formação prática inspirada nas realidades regionais.
O debate acerca da Animação Sociocultural e as questões relativas à profissionalização não é coutada de ninguém. Mas isso não invalida que não trabalhemos afincadamente pela conquista de direitos socioprofissionais.
Que alternativas estamos a construir? Quem são os nossos parceiros? Quais os mecanismos de regulação da formação académica do Animador e a realidade social do mercado de trabalho?
É responsabilidade dos Animadores a defesa da sua coutada no mercado de trabalho. Eles têm que ter a audácia para se lançarem numa aprendizagem permanente, na transformação das realidades sociais, no confronto das ideias, na luta de ideiais; no desenvolvimento de uma acção permanente de assunção do debate sobre a Animação Sociocultural e dos novos temas correlativos que no quotidiano profissional se impõem na acção da cidadania.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Novo número da Revista Quaderns d' Animació
Está disponível o número 7, da Revista Quaderns d' Animació i Educació Social, editada pelo Prof. Doutor Mario Viché.
Destaque para o artigo Animación y Gestión Cultural: Convergencias y divergencias do Prof. Doutor Victor Ventosa, muito pertinente na forma como aborda a Animação Sociocultural e a Gestão Cultural. Um óptimo exercício de reflexão sobre os caminhos da Animação Sociocultural. Um outro artigo que também merece uma leitura atenta, é assinado pelo Prof. Doutor Mario Viché - La Animación Cibercultural, instrumento de cambio social.
Não posso deixar de assinalar uma participação especial no número actual da revista. O Prof. Doutor Victor Melo assina o artigo - Projectos sociais de esporte e lazer. Reflexões, inquietações, sugestões.
A revista continua a manter uma secção de propostas de leitura relacionada com temas associados à Educação Social e à Animação Sociocultural. Um apontamento para algumas iniciativas formativas que terão lugar em Portugal e no Brasil em 2008.
http://www.quadernsanimacio.net/
Destaque para o artigo Animación y Gestión Cultural: Convergencias y divergencias do Prof. Doutor Victor Ventosa, muito pertinente na forma como aborda a Animação Sociocultural e a Gestão Cultural. Um óptimo exercício de reflexão sobre os caminhos da Animação Sociocultural. Um outro artigo que também merece uma leitura atenta, é assinado pelo Prof. Doutor Mario Viché - La Animación Cibercultural, instrumento de cambio social.
Não posso deixar de assinalar uma participação especial no número actual da revista. O Prof. Doutor Victor Melo assina o artigo - Projectos sociais de esporte e lazer. Reflexões, inquietações, sugestões.
A revista continua a manter uma secção de propostas de leitura relacionada com temas associados à Educação Social e à Animação Sociocultural. Um apontamento para algumas iniciativas formativas que terão lugar em Portugal e no Brasil em 2008.
http://www.quadernsanimacio.net/
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Congresso Internacional de Cidades Educadoras
Construção de Cidadania em Cidades Multiculturais é o tema do X Congresso Internacional de Cidades Educadoras, que realizar-se-á na Cidade de São Paulo, Brasil, entre os dias 24 e 26 de Abril de 2008, sob a égide da Associação Internacional de Cidades Educadoras.
O congresso desenrolar-se-á a partir de três eixos - A cidade como espaço de aprendizagem; Identidade, Diversidade e Cidadania; Inclusão, Equidade e Direitos, dividido por sessões plenárias, palestras e mesas redondas, workshops, fórum de boas práticas, stands e visitas a experiências eduducadoras.
O congresso desenrolar-se-á a partir de três eixos - A cidade como espaço de aprendizagem; Identidade, Diversidade e Cidadania; Inclusão, Equidade e Direitos, dividido por sessões plenárias, palestras e mesas redondas, workshops, fórum de boas práticas, stands e visitas a experiências eduducadoras.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Revista "Animador Sociocultural" em suporte de papel
A Rede Iberoamericana de Animação Sociocultural (RIA) apresentou, no dia 10 do corrente mês, o primeiro número da Revista "Animador Sociocultural" no Espacio Joven de Salamanca (Espanha).De acordo com o Prof. Víctor Ventosa, Director da RIA , a publicação de edição semestral, agora publicada em suporte de papel, visa "contribuir para o estudo e o desenvolvimento de políticas e programas de formação ócioeducativa em Espanha e América Latina com rigor científico".
Os interessados em adquir algum exemplar da revista de Animação Sociocultural do espaço iberoamericano poderão fazê-lo junto da APDASC.
A versão electrónica da revista "Animador Sociocultural" continua disponível. Para consultá-la, clique aqui.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
O reconhecimento na legislação laboral do Técnico Superior de Animação nas IPSS
No post anterior demos conta da publicação no Boletim de Trabalho e Emprego n.º 47, de 22/12/2007, da Convenção Colectiva de Trabalho (CCT) para as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).
A publicação do referido CCT e o o texto acordado na acta nº 6 de 26/12/2007 (ver destaque abaixo) levou o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Solidariedade e Segurança Social a suscitar através de petição, junto da Comissão Negociadora Sindical e CNP (CNIS – Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade) que seja constituída de imediato a Comissão Paritária (cláusula 57º do CCT em vigor) e que a mesma reúna para discutir, elaborar e acordar as carreiras e sua integração nos níveis salariais, alvo do acordo referido e faça o respectivo depósito no Ministério para dar eficácia ao texto da acta acordada e satisfazer os legítimos anseios dos trabalhadores envolvidos.
“Aos vinte e seis dias do mês de Junho de dois mil e sete, pelas catorze horas e trinta minutos, reuniram na sede da FEPCES, sita na Rua Almirante Barroso, n.º 3, em Lisboa, a CNS e a CNP para prosseguirem o processo negocial de revisão do CCT para as IPSS's
(…) 2. A Criação da carreira dos educadores sociais, animadores sociais, animadores socioculturais e técnicos de diagnóstico e terapêutica com licenciatura, com progressão nas categorias de 3a, 2a e lª, sendo integradas, respectivamente, nos níveis V, IV, III, da Tabela A. Esta matéria será discutida e consensualizada no âmbito da Comissão Paritária.”
Fonte: EDUCAÇÃO SOCIAL EM PORTUGAL
A publicação do referido CCT e o o texto acordado na acta nº 6 de 26/12/2007 (ver destaque abaixo) levou o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Solidariedade e Segurança Social a suscitar através de petição, junto da Comissão Negociadora Sindical e CNP (CNIS – Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade) que seja constituída de imediato a Comissão Paritária (cláusula 57º do CCT em vigor) e que a mesma reúna para discutir, elaborar e acordar as carreiras e sua integração nos níveis salariais, alvo do acordo referido e faça o respectivo depósito no Ministério para dar eficácia ao texto da acta acordada e satisfazer os legítimos anseios dos trabalhadores envolvidos.
“Aos vinte e seis dias do mês de Junho de dois mil e sete, pelas catorze horas e trinta minutos, reuniram na sede da FEPCES, sita na Rua Almirante Barroso, n.º 3, em Lisboa, a CNS e a CNP para prosseguirem o processo negocial de revisão do CCT para as IPSS's
(…) 2. A Criação da carreira dos educadores sociais, animadores sociais, animadores socioculturais e técnicos de diagnóstico e terapêutica com licenciatura, com progressão nas categorias de 3a, 2a e lª, sendo integradas, respectivamente, nos níveis V, IV, III, da Tabela A. Esta matéria será discutida e consensualizada no âmbito da Comissão Paritária.”
Fonte: EDUCAÇÃO SOCIAL EM PORTUGAL
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