terça-feira, 17 de junho de 2014

Os projetos culturais âncora, um modelo a replicar

A consciência individual e coletiva para o papel que a cultura assume no desenvolvimento local, nomeadamente, nas dinâmicas socioeconómicas e turísticas associadas aos projetos culturais âncora na afirmação da identidade cultural do território, na sua potencialização turística e na diferenciação da ação cultural realizada com o coletivo, ou seja, pensar a cultura como motor de desenvolvimento comunitário sustentado, leva-nos a afirmar que, os projetos âncora são um modelo que deverão ser desenvolvidos no sentido de gerar sinergias de cooperação institucional, dinâmicas culturais, educativas e económicas no território. 

Os projetos socioculturais também poderão ser projetos âncora para o turismo cultural. E sublinhamos esta ideia, porque entendemos que a cultura e o turismo são dois vetores de desenvolvimento sustentável fundamentais para a afirmação do território. A história e a cultura e os signos que desenham a identidade comunitária são ativos singulares que poderão contribuir diretamente para alavancar as economias locais. 

O tempo presente e futuro são exigentes, cheio de desafios e oportunidades. A intervenção no domínio da ação cultural exige audácia, empreendedorismo, criatividade e autocrítica, mas mais importante, é analisar a realidade social para desenhar programas de animação sociocultural que validem a afirmação dos territórios culturais no mapa do (des)envolvimento das comunidades.

Na intervenção sociocultural deverá estar associado uma prática pedagógica de compromisso da cidadania ativa dos atores sociais com a afirmação e diferenciação da identidade coletiva na promoção e valorização dos ativos culturais. Estas singularidades tornam os territórios em novos atrativos turísticos, lugares de afirmação cultural  e pólos de desenvolvimento económico. 

Os executivos municipais devem esquematizar a ação política considerando o desenvolvimento económico local alavancado na política de ação cultural. Há que considerar os projetos socioculturais âncora como parte da estrutura nuclear do desenvolvimento económico local, porque a ele está agregado um conjunto de serviços e de dinâmicas sociais que potenciam e diferenciam o território pela cultura e pela ação protagonizada pelos seus agentes de desenvolvimento. Os projetos culturais âncora são um modelo de desenvolvimento a replicar em outros territórios, respeitando as singularidades das comunidades, mas potenciado os seus ativos culturais e a sua participação no desenvolvimento local sustentado na cultura local. 

Hoje pensar o desenvolvimento cultural das comunidades não é somente a promoção de iniciativas pontuais, muitas delas promovidas pelas coletividades de cultura e recreio, enquanto pólos de animação sociocultural. A visão política da ação cultural deve compreender as agremiações culturais e a escola como parceiras diretas de programas e projetos socioculturais. Elas são protagonistas do processo e da ação. É na base da cooperação que os projetos são desenvolvidos, é no envolvimento da comunidade numa perspetiva de compromisso coletivo e na visão conjunta de futuro que poderemos pensar uma política cultural sustentável. 

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Receção de artigos para a revista Práticas de Animação

A revista Práticas de Animação é um projeto editorial alicerçado na participação plural e eclética dos animadores socioculturais, docentes, investigadores, educadores e outros agentes de ação, que pelos seus contributos têm acrescentado valor à reflexão sobre o corpus teórico e as práticas de animação sociocultural numa perspetiva interdisciplinar, cruzando temas como o lazer, a educação não formal, as políticas culturais, entre outros domínios onde a animação sociocultural regista uma ação transformadora pela participação dos atores sociais.

A Práticas de Animação é um projeto consolidado e reconhecido pela pertinência dos conteúdos de caráter científico e de reflexão crítica. Arriscamos a afirmar que, hoje refletimos com maior particularidade sobre a animação sociocultural em Portugal. A continuidade da revista é um exemplo material da produção teórica que o coletivo tem sido capaz de realizar sobre temas relevantes e paralelos às práticas de ação transformadora.

A reflexão e o relato de experiências são as vigas que sustentam o projeto editorial. Os números até agora publicados espelham a pluralidade do sentido de participação coletiva, de diversidade de pensamento e de reflexão das práticas que contribuem para a afirmação de uma ação cultural e educativa alternativa. 

Neste quadro de realização aberta a todos os interessados em colaborar ativamente no próximo número da revista, convidamos a participarem com contributos no domínio da animação sociocultural e socioeducativa, ócio e lazer, pedagogia social, educação social, ação cultural, educação não formal e informal. Para tal, poderão enviar os trabalhos até o próximo mês de setembro de 2014, para revistaparticasdeanimacao@gmail.com

quinta-feira, 15 de maio de 2014

CALL FOR PAPERS: V Congresso Iberoamericano de Animação Sociocultural



A pedido da organização divulgamos a seguinte informação:

CALL FOR PAPERS: Até 1 de junho, 2014

SINOPSE

O V Congresso Iberoamericano de Animação Sociocultural é um congresso internacional organizado pela Rede Iberoamericana de Animação Sociocultural (RIA), que ocorre bianualmente num dos países pertencentes à referida rede.

O mesmo visa contribuir para o avanço da teoria e prática em animação e insere-se num conjunto de atividades que a RIA tem vindo a desenvolver desde 2006. Tais atividades tendem a promover a colaboração entre investigadores, professores, estudantes e decisores com o intuito de identificar e discutir desafios e ainda soluções de envolvimento criativo das populações, para os mais diversos problemas e contextos no mundo da Animação.

Desta forma, é preocupação central deste congresso proporcionar um espaço de encontro entre profissionais de várias áreas, nomeadamente da educação, das artes e da cultura, afim de, em conjunto, partilharem abordagens de intervenção e de investigação que sejam mais participativas, sensíveis e criativas.

Temas Principais:
• Desenvolvimento Comunitário
• Educação e Artes
• Educação ao Longo da Vida
• Educação para o Desenvolvimento
• Educação na Sociedade do Conhecimento
• Intervenção Artística com diferentes públicos
• Ócio e animação
• Associativismo e Participação
• Autarquias e Comunidade

Participantes/Destinatários:
Animadores, educadores, professores, investigadores, estudantes do ensino superior, órgãos de direção e gestão de instituições/associações e técnicos da área da animação e educação.

DATAS IMPORTANTES:
Datas do Congresso: 16, 17, 18 e 19 de outubro 2014
Inscrições no Congresso: até 15 de setembro de 2014

ARTIGOS:
Limite para a submissão de resumos: 1 de junho de 2014
Notificação dos autores sobre a aceitação de artigos: 20 de junho de 2014
Entrega final de artigos para publicação: 15 de julho de 2014

RELATOS:
Limite para a submissão de resumos: 1 de junho de 2014
Notificação dos autores sobre a aceitação dos relatos: 20 de junho de 2014

POSTERS:
Limite para a submissão de posters: 1 de junho de 2014
Notificação dos autores sobre a aceitação de posters: 20 de junho de 2014

INFORMAÇÕES/INSCRIÇÕES:

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Jornadas de Animação Sociocultural «Mediação Multidisciplinar e o Desenvolvimento Social»


Mediação Multidisciplinar e o Desenvolvimento Social são a temática das Jornadas de Animação Sociocultural organizadas pela direção do curso de Animação Sociocultural da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Portalegre.

As jornadas realizam-se no dia 15 de Maio, no auditório da Escola Superior de Educação, e desenvolvem-se em quatro painéis temáticos. No primeiro painel estará em foco, A Emergência da Animação Sociocultural e Multidisciplinaridade em Análise. Entre o Sociocultural e o Socioeducativo – Práticas Reflexivas é o tema do segundo painel. O terceiro painel será dedicado às Associações Locais e Internacionalização – Experiências e conteúdos e no último painel estará em discussão a Mediação Social – Intervenção em EQUIPAS e Desenvolvimento Local em contexto socioeducativo.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Fundação INATEL promove curso de Turismo e Animação Cultural

O curso de Turismo e Animação Cultural é um dos cursos de abertura da Academia INATEL. O curso pretende promover o turismo num conceito mais generalista, associando-o a outras áreas de missão da Fundação INATEL, nomeadamente, a cultura. O curso terá uma estrutura modular, dividida por 3 trimestres, num total de 144 horas por trimestre. No último trimestre, os formandos realizarão um estágio de 4 horas semanais, desenvolvido nos serviços da Fundação INATEL ou em entidades parceiras.

O curso visa dar noções gerais de turismo, mas especializar na vertente da animação turística e cultural, formando técnicos especialistas de animação turística e cultural que de forma autónoma ou sob orientação, planeiem, organizem e executem atividades lúdico-educativas que, valorizando o contacto com os recursos turísticos e os equipamentos, associem a destreza, o desafio, a criatividade e a inovação em diversas situações e contextos.

Pode ler-se no portal da INATEL que ela «(…) é hoje reconhecida como uma instituição formadora na área da animação de turismo e cultura pelo mercado em geral. Esta ação formativa visa a criação de um produto diferenciador dos já existentes no mercado, com uma componente prática muito elevada, assente na máxima: APRENDER FAZENDO

domingo, 13 de abril de 2014

A defesa do estatuto do animador, um exemplo do bem comum

Os princípios do bem comum estão de alguma forma associados às práticas de intervenção em animação sociocultural. Estes princípios deverão ser fomentados no percurso académico e profissional dos animadores, talvez com maior incidência, em momentos chave da história recente da animação sociocultural em Portugal.

O bem comum deve ser entendido numa perspetiva transversal de intervenção pública, num processo de educação para a cidadania, de responsabilidade de todos para com todos. E não, apenas, de alguns para com muitos.

Por estes dias, o sentido do bem comum, a vontade de intervir com sentido crítico, e consequentemente, de mudança socioprofissional, foi o mote para um grupo de animadores e investigadores tomarem em mãos, um projeto que deveria ser de todos: a proposta de estatuto do animador sociocultural. Talvez o seja, mas, muito poucos foram os que acreditaram no exercício da cidadania ativa e comprometida com o bem comum.

Acredito que a proposta do estatuto do animador sociocultural apresentada pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sócio-Cultural (APDASC), documento produzido e aprovado, em Aveiro, em novembro de 2010, com a pluralidade de contributos que espelham as diferentes sensibilidades sociais e políticas. A proposta recentemente enviada para a Assembleia da República, é um bom exemplo do trabalho cooperativo e do alcance que o bem comum assume na vida coletiva dos animadores socioculturais.

Manifesto o meu sentido de responsabilidade na defesa do estatuto do animador. Acredito que foi dado um passo muito importante para que o desejado estatuto do animador sociocultural seja uma realidade efetiva e promulgada em Diário da República. Há um longo e sinuoso caminho a percorrer, para que o sonho seja uma realidade. Há uma batalha a travar, há que esgrimir argumentos e refutar falsos propósitos que obstruem a defesa da carreira e da profissão dos animadores.

As virtudes do bem comum exigem determinação, coragem e sentido de cidadania ativa para que a luta de alguns, seja o prémio da vitória de todos os animadores.

domingo, 30 de março de 2014

Conselho da Cultura. Que papel?

O edil da Câmara Municipal do Funchal reuniu pela primeira vez, o conselho da cultura, formado por sete personalidades da área cultural. Curiosamente, a primeira conclusão do encontro foi constatar que há uma ausência de estratégia cultural, bem como, um planeamento que crie sustentabilidade aos projetos culturais.

Parece-me oportuno, retomar e vincar a posição que expões, num post anterior sobre o papel do conselho municipal da cultura, enquanto órgão consultivo que os executivos municipais deveriam constituir como elemento dinamizador do pensamento e da crítica no setor cultural do território local.

Há muito que defendo a criação do conselho municipal da cultura, enquanto, espaço de reflexão coletiva alargada e plural sobre as dinâmicas do território cultural. Estou convicto que será uma mais-valia para a captação de novas ideias, clarificação de políticas, rentabilização de recursos e acima de tudo, a definição inequívoca de uma linha estratégica de ação cultural.

Entendo que, o conselho municipal da cultura deve ser um órgão que reúna um conjunto de sensibilidades culturais e artísticas, que congregue a representatividade do tecido cultural associativo do município. É responsabilidade do executivo municipal a definição das linhas orientadoras da política cultural, dos projetos estruturantes para a vida da comunidade. É redutor deixar ao livre arbítrio de um grupo de agentes culturais o diagnóstico sociocultural do município.

Há um trabalho de análise da realidade que compete ao executivo municipal fazer com o possível recurso a entidades externas, e então, reunir com os agentes culturais e artísticos locais para desenhar linhas de ação que conduzam a um programa político alargado, no sentido, de este ser transversal a opções político-partidárias e não ser limitado no tempo pelo mandato do executivo municipal.

Pensar a cultura e desenhar estratégias de intervenção neste campo é um trabalho transversal que exige envolvimento dos vários atores locais. Pensar a cultura como motor de desenvolvimento económico exige capacidade de diálogo e de negociação com o objetivo claro de educar para a cultura. O ponto de partida está no processo educativo e de envolvimento da comunidade nos projetos culturais.

Pensar a cultura é pensar a comunidade de forma horizontal, compreender as suas dinâmicas e potencialidades. É democratizar o acesso à cultura.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2014

«Desde que existe sociedade humana, existe o irreprimível espírito da representação.

Debaixo das árvores, nas pequenas cidades e sobre os palcos sofisticados das grandes metrópoles, nas entradas das escolas, nos campos, nos templos; nos bairros pobres, nas praças públicas, nos centros comunitários, nas caves do centro das cidades, as pessoas reúnem-se para comungar da efeméride do mundo teatral que criámos para expressar a nossa complexidade humana, a nossa diversidade, a nossa vulnerabilidade, em carne, em respiração e em voz.

Reunimo-nos para chorar e para recordar; para rir e para contemplar; para ouvir e aprender, para a firmar e para imaginar. Para admirar a destreza técnica, e para encarnar deuses. Para recuperar o fôlego coletivo, na nossa capacidade para a beleza, a compaixão e a monstruosidade. Vivemos pela energia e pelo poder. Para celebrar a riqueza das várias culturas e para afastar as fronteiras que nos dividem.

Desde que existe sociedade humana, existe o irreprimível espírito da representação.

Nascido na comunidade, veste máscaras e os trajes das mais variadas tradições. Aproveita as nossas línguas, os ritmos e os gestos, e cria espaços no meio de nós. E nós, artistas que trabalhamos o espírito antigo, sentimo-nos compelidos a canalizá-lo pelos nossos corações, pelas nossas ideias e pelos nossos corpos para revelar as nossas realidades em toda a sua concretude e brilhante mistério.

Mas, nesta ERA em que tantos milhões lutam para sobreviver, está-se a sofrer com regimes opressivos e capitalismos predadores, fugindo de conflitos e dificuldades, com a nossa privacidade invadida pelos serviços secretos e as nossas palavras censuradas por governos intrusivos; com florestas a ser aniquiladas, as espécies exterminadas e os oceanos envenenados.

O que é que nos sentimos obrigados a revelar?

Neste mundo de poder desigual, no qual várias hegemonias tentam convencer-nos que uma nação, uma raça, um género, uma preferência sexual, uma religião, uma ideologia, um quadro cultural é superior a todos os outros, será isto realmente defensável? Devemos insistir que as artes sejam banidas das agendas sociais?

Estaremos nós, os artistas do palco, em conformidade com as exigências dos mercados higienizados ou será que têm medo do poder que temos para limpar um espaço nos corações e no espírito da sociedade, reunir pessoas, para inspirar, encantar e informar, e para criar um mundo de esperança e de colaboração sincera?»

Brett Bailey


Tradução: Margarida Saraiva; revisão EV; Escola Superior de Teatro e Cinema

sexta-feira, 21 de março de 2014

V Congresso Iberoamericano de Animação Sociocultural

O V Congresso Iberoamericano de Animação Sociocultural Da participação na cultura à cultura da participação organizado sob a chancela da Rede Iberoamericana de Animação Sociocultural (RIA), realiza-se em Portugal, na cidade de Leiria, entre os dias 16 e 19 de outubro de 2014. 

O congresso visa contribuir para o aprofundamento da teoria e da prática da animação, reunindo investigadores, professores, animadores, estudantes entre outros agentes das áreas da educação, da cultura e das artes com o propósito de identificar e discutir os desafios e soluções de envolvimento ativo e criativo das populações, no contexto de intervenção da animação sociocultural.  

A didática da participação enquanto elemento central do processo de animação, o apoio ao crescimento da democracia, desenvolvendo redes de trabalho e de aproximação entre as comunidades na procura do bem-estar, o reforço do valor da cidadania ativa, criativa e da participação são outros dos propósitos do congresso. 

De acordo com a organização o congresso tem entre outros objetivos:

- Desenvolver um espaço de produção ao nível do conhecimento e de divulgação de informação científica na área da animação bem como de criação de atividades;
- Permitir a troca de de conhecimento, de experiências e de práticas no âmbito da animação sociocultural; 
- Contribuir para a consolidação da animação sociocultural como prática que pode e deve, através do fomento da participação, contribuir para a transformação dos diversos contextos sociais, culturais e comunitários, em contextos mais saudáveis e solidários;
- Contribuir para o desenvolvimento da animação sociocultural nos campos académicos, políticos e comunitários;
- Consolidar a animação sociocultural enquanto didática da participação;
-Reforçar o papel da animação enquanto método de educação para a participação.

No V Congresso Iberoamericano de Animação Sociocultural estarão em destaque os seguintes temas:

- Desenvolvimento comunitário;
- Educação e Artes;
- Educação ao Longo da Vida;
- Educação para o Desenvolvimento;
- Educação na Sociedade do Conhecimento;
- Intervenção Artística com diferentes públicos;
- Ócio e Animação;
- Associativismo e Participação;
- Autarquias e Comunidade

quarta-feira, 5 de março de 2014

I Congresso Internacional Animação Sociocultural, Turismo, Património, Cultura e Desenvolvimento Local

A Intervenção - Associação para a Promoção e Divulgação Cultural promove nos dias 24, 25 e 26 de abril de 2014, o «I Congresso Internacional Animação Sociocultural, Turismo, Património, Cultura e Desenvolvimento Local», evento que se realiza na Golegã.

A metodologia de trabalho do congresso assenta em painéis e relatos de experiências. Os painéis versarão sobre os seguintes temas: 

- Animação Sociocultural, Associativismo, Sociedade Participada e Desenvolvimento Local;
- Animação Turística: Teorias, Paradigmas, Fundamentos e Metodologias;
- Animação Sociocultural: Turismo, Cultura e Educação Multicultural e Intercultural;
- Animação Sociocultural: Turismo, Ócio, Tempo Livre, Intervenção e Desenvolvimento Comunitário;
- A Animação Sociocultural e participação comunitária no desenvolvimento e conservação do património cultural;
- Animação Sociocultural: Turismo, Cultura, Património e os Agentes de Intervenção;
- Animação Sociocultural, Turismo, Cultura, Artes, Património como meio de emprego e empreendedorismo social, cultural e educativo para o século XXI.